Atualizações

2 dias atrás

Floradata

Cystopteris fragilis, Azibo. Apesar de poder crescer em solos ácidos, esta espécie tem preferência por substratos básicos. Devido à raridade de zonas calcárias nas zonas mais chuvosas de Portugal, esta espécie é muito menos comum do que Cystopteris viridula. No norte da Europa domina muitas vezes zonas de afloramentos rochosos básicos, sendo uma das espécies indicadoras do habitat 8210 - Vertentes rochosas calcárias com vegetação casmofítica. ... Ver MaisVer Menos

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2 dias atrás

Floradata

Mostrar os segredos da flora estuarina não é para todos... ... Ver MaisVer Menos

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5 dias atrás

Floradata

A vida não pára e a Floradata também não. Um dia de sol para ver a flora estuarina do rio Ave. Quem aproveitou fez stand up paddle e conheceu alguns dos ancestrais selvagens das nossas plantas cultivadas, tais como o aipo-selvagem e a beterraba...A 24.ª edição da Ciência Viva no Verão é uma edição especial que destaca o projecto Circuitos Ciência Viva, cujo lema é “Deixe-se guiar pela curiosidade!”. Nestas férias conheça Portugal com cultura e ciência, sempre na companhia de especialistas: são mais de 200 acções, em 500 datas, por todo o país, organizadas por Centros Ciência Viva, associações científicas, autarquias e empresas.

Visitas nocturnas de exploração dos Jardins do Bom Jesus, em Braga, passeios de moliceiro à descoberta dos tesouros naturais da Ria de Aveiro, visitas a uma das maiores jazidas com pegadas de dinossáurios jurássicos da Península Ibérica, em Vale de Meios, percursos no Aqueduto das Águas Livres, passeios (pedestres, de lancha ou de stand up paddle) por Vila de Conde onde Ciência, Tecnologia, História e Cultura andam de mãos dadas, passeios de caiaque à descoberta da Ria Formosa e descidas à Mina de Sal-Gema Campina de Cima, em Loulé, são algumas das acções a decorrer entre 15 de Julho e 15 de Setembro.

Mais informações em: www.cienciaviva.pt/veraocv/2020/
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2 semanas atrás

Floradata

Por vezes, determinar o estatuto de determinada planta (exótica ou nativa) é uma tarefa complicada. De acordo com estudos mais recentes, uma planta pode ser considerada como nativa para uma dada área geográfica, se a sua ocorrência é independente de atividades
humanas (Pysek, 1995).
Um caso ilustrativo desse mesmo problema é o estatuto do Allium triquetrum L. em Portugal. Esta espécie de alho selvagem chamada vulgarmente de alho-bravo ou campainhas é nativa da zona Oeste do Mediterrâneo, sendo citada para Portugal no início do Século XX em poucos locais no Alentejo Litoral e Serra da Arrábida (Coutinho 1913, Sampaio, 1947). Esta espécie ocorre naturalmente em orlas de florestas e outros espaços sombrios em zonas mediterrânicos, tendo uma floração muito vistosa. O seu potencial ornamental fez com que tenha sido introduzido em muitos jardins, tendo-se escapado na zona Noroeste da Península Ibérica, onde se tornou uma espécie invasora bastante comum.
Neste momento é considerado invasor em muitas partes do mundo, incluindo o norte e sul do Continente Americano, Austrália, Grã-Bretanha, Turquia e nas ilhas macaronésias. Contudo, é considerado nativo para a Península Ibérica apesar de ter sido introduzido pelo homem na região Norte da Península.
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4 semanas atrás

Floradata

Rubus lainzii no PNPG. Tourém, Montalegre. ... Ver MaisVer Menos

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