Atualizações

2 meses atrás

Floradata
FLORADATA | Estamos a recrutar
Consultor(a) em Geocontaminação, Solos e Hidrogeologia
📍 Entrada imediata · Com experiência
Sobre a vaga
A Floradata procura reforçar a sua equipa técnica com um(a) profissional empenhado(a), motivado(a), autónomo(a) e eticamente irrepreensível para desenvolver estudos e projetos nas áreas de geocontaminação, estudos de solos e hidrogeologia. Valorizamos o rigor técnico, a curiosidade científica e a capacidade de trabalhar em campo e em gabinete. Os candidatos(as) deverão ter residência na Área Metropolitana do Porto.
Principais responsabilidades
Elaboração de estudos de caracterização ambiental de solos e águas subterrâneas;
Planeamento e execução de campanhas de amostragem de solos e águas subterrâneas;
Avaliação de sítios potencialmente contaminados e análise de risco ambiental;
Estudos e modelação hidrogeológica (fluxo e transporte de contaminantes);
Acompanhamento de trabalhos de sondagem, instalação de piezómetros e ensaios de campo;
Interpretação de resultados analíticos e comparação com valores de referência/legislação aplicável;
Elaboração de relatórios técnicos e acompanhamento de clientes;
Definição e acompanhamento de indicadores e planos de monitorização;
Apoio à conceção de soluções de remediação e reabilitação de solos e aquíferos.
 
Qualificações
Formação Superior em: Geologia; Engenharia Geológica; Engenharia do Ambiente; Engenharia de Minas; Ciências do Ambiente; Hidrogeologia; e áreas conexas, desde que demonstrada a relevância para a função.
Serão valorizadas candidaturas com formação ou experiência em:
Caracterização e remediação de solos contaminados;
Modelação hidrogeológica e de transporte de contaminantes;
Amostragem ambiental e interpretação de dados analíticos;
Legislação ambiental aplicável a solos e águas subterrâneas;
Ferramentas SIG e software de modelação (ex.: MODFLOW, ou equivalentes).
 
Candidatura
A candidatura deverá ser constituída por um único ficheiro PDF, composto por CV em português e carta de motivação em português, enviado para recrutamento@floradata.pt. A data limite de receção de candidaturas é 24/07/2026
#recrutamento #geocontaminação #hidrogeologia #ambiente #sustentabilidade
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2 meses atrás

Floradata
No âmbito do projeto OpenPAS, a equipa da Floradata fez uma descoberta de grande interesse: um pequeno núcleo de Rumex longifolius num lameiro de montanha em Castro Laboreiro, acima dos 1100 m de altitude. 🏔️
O mais curioso? A planta crescia sobre um monte de estrume depositado para fertilizar o lameiro, uma prática tradicional de gestão profundamente ligada à manutenção destes habitats. Em Portugal, esta espécie ruderal orófila depende provavelmente da atividade pecuária e da circulação de gado para persistir.
E porque é isto tão relevante? Trata-se de apenas a segunda localidade conhecida em Portugal.
Até agora, a espécie só era conhecida da Serra de Montesinho, onde foi descoberta por Carlos Aguiar nos anos 90. Apesar de inúmeras campanhas de prospeção, nunca mais tinha sido observada noutro local, chegando a ser considerada potencialmente extinta em território nacional.
A ligação da Floradata a esta espécie não é nova:
🔹 Em 2014, redescobrimos Rumex longifolius em Montesinho (projeto IND_CHANGE), confirmando que a população portuguesa resistia.
🔹 Atualmente estamos a fazer a sua monitorização (projeto SIMB PNM).
Esta descoberta abre novas perspetivas sobre a distribuição da espécie no noroeste peninsular e reforça uma mensagem importante: os lameiros de montanha são verdadeiros refúgios de biodiversidade que merecem ser estudados e preservados.
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4 meses atrás

Floradata
Por fim a nossa última oradora, representante do ICNF, Lia Godinho. Não percam, é já amanhã! ...
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4 meses atrás

Floradata
Apresentamos mais um dos oradores do Webinar - Carlos Vila-Viçosa.

Não se esqueçam que é já na próxima sexta feira!
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4 meses atrás

Floradata
🌿Hoje, no Dia do Fascínio das Plantas (18 de maio), vale a pena olhar para a natureza com outros olhos.

A forma como registamos a biodiversidade vegetal reflete muito do nosso próprio olhar, somos atraídos pelas cores, pela simetria e pelo impacto visual. Orquídeas, papoilas ou giestas enchem galerias fotográficas e plataformas como o iNaturalist, enquanto um vasto conjunto de plantas mais discretas permanece praticamente invisível. Esta tendência não é apenas uma questão de gosto, ela molda o conhecimento científico que construímos sobre o mundo natural.

No lado menos visível estão grupos de plantas difíceis de identificar, mas com uma diversidade extraordinária. A falta de atenção a este “verde invisível” cria lacunas reais na ciência, distorcendo mapas de distribuição e avaliações de conservação. Neste dia, o desafio é simples: parar, observar e valorizar também o que não chama imediatamente a atenção. Porque compreender a biodiversidade exige ir além do óbvio e descobrir beleza onde poucos olham.
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